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O que nao fazer num pais muculmano…

Publicado 23/04/2009 por Gabi´s

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A cultura arabe e a cultura ocidental tem uma diferenca muito grande em alguns aspectos. Nos brasileiros somos mais sorridentes, mais carinhosos, estamos sempre mantendo um contado fisico com as pessoas, seja com um abraco, um beijinho no rosto, aperto de mao, ou aqueles empurroes que damos na pessoa ao lado quando achamos algo engracado….kkkkk…E nos fazemos isso com pessoas de sexos diferentes, sem ter o menor receio, a unica coisa que nao rola eh beijinho no rosto entre amigos homens, o resto eh natural. Mas no Oriente Medio essa atitude nao eh bem vista, nao eh bem aceita. As pessoas sempre mantem uma certa distancia do contato fisico, principalmente se forem de sexos diferentes. Os homens aqui, dao beijinho no rosto, andam de mao dada nas ruas, andam abracadinhos. Quando voce olha isso, naturalmente voce pensa que podem nao ser so amigos, mas sao, eh dificil de entender, mas eh verdade, sao somente amigos. Nos mulheres nao podemos abracar um homem, por mais que voces se gostem, principalmente se estiverem na rua.

Existem certos cuidados a serem tomados quando se esta em outro pais, ou proximo a pessoas de outra cultura. Algumas dessas atitudes podem ofender e as vezes nem sabemos o pq.

Num pais de origem arabe, ha tambem algumas coisas que desagradam as pessoas.

Uma das coisas que mais choca eh a aproximacao na hora do cumprimento.

  • Mulheres nao devem oferecer as maos a um homem NUNCA. Ela tem que esperar e ver a reacao dele, se ele estender a mao, entao ela estende a dela, se ele colocar a mao direita no coracao, ela faz o mesmo.

Para alguns religiosos eh inaceitavel tocar em outra mulher que nao seja da sua familia e bem proxima (mae, irmas, esposa e filhas). Se voce sair dando a mao, pode ou ficar com a mao no ar…kkkk…ou ele te cumprimenta e deixa bem claro que nao gostou.

Beijinho no rosto de homem nunca nunca nunca. Nao existe beijo no rosto entre homens e mulheres.

O que significa colocar a mao no coracao:

Significa que ele nao vai te tocar, mas te cumprimenta como se tivesse tocando num coracao. Eh mais ou menos essa a intencao.

Os homens dao beijos entre eles, entao, se voce for homem esteja preparado para dar beijinhos nos homens arabes, andar de maos dadas nas ruas ou de bracos dados. A primeira impressao que se tem quando voce ve dois homens andando nas ruas de bracos dados, eh que eles tem algo a mais que so uma amizade, mas nao, eles sao homens sim. Mas que eh estranho eh…..kkkkk

  • Nunca cruzes as pernas e deixe o pezao voltado para a pessoa, ela vai se ofender muito e se despedir para voce na mesma hora. Pros arabes ver a sola do seu pe, ou do seu sapato, eh a maior ofensa que se pode fazer.
  • Se voce eh mulher e fala tocando nos homens, nao faca isso. Ela vai achar que voce esta querendo algo mais intimo com ele.
  • Nao ofereca bebida alcoolica a um muculmano, ele nao bebe e se ofende com esse tipo de atitude.
  • Nao de carne de porco ou qualquer alimento de origem suina, mesmo que seja minima a quantidade, para uma pessoa da religiao islamica, voce estara criando um grande inimigo. Para os muculmanos o porco eh um animal proibido para alimentacao. Moda Muçulmanamulherimageshenna

Tradições

Entre muçulmanos, é a família do noivo que procura uma noiva que considere adequada ao noivo.

Um casamento muçulmano é uma espécie de contrato entre o homem e a mulher e o seu guardião. Este contrato implica o pagamento de um valor, valor esse acordado pelas duas partes e pago pelo noivo na altura em que o contrato é feito. Este pagamento pode nem sempre ocorrer, caso as duas partes o decidam eliminar.

A noiva nem sempre está presente quando o contrato é feito, embora o seu pai ou guardião esteja presente. Caso a noiva não esteja presente, duas testemunhas perguntam à noiva se dá ao seu representante poderes para celebrar o contracto e se concorda com a quantia paga.

A oferta do casamento é feita pelo pai da noiva, ou pelo seu guardião. Segue-se uma aceitação feita pelo noivo, na presença de duas testemunhas muçulmanas. A noiva tem direito a receber a quantia referente ao contrato e fazer dela o que bem entender. O valor recebido poderá ser em dinheiro ou em géneros, e deverá ser especificada antes do noivo a dar à noiva.

Cerimónia de noivado – Mangni

O Mangni ou a cerimónia de noivado implica a troca de anéis. O traje da noiva para esta festa é oferecido pela família do noivo. O período de noivado dura cerca de três meses, e caso os noivos não se casem ao fim deste período, o contrato de casamento deverá ser renovado. Durante o noivado, a noiva só poderá estar na presença do seu noivo caso o seu pai ou irmão também estejam presentes.

Data

O calendário muçulmano ocorre segundo o ciclo lunar, por isso não há datas fixas para casamentos. Pode-se também casar a qualquer hora do dia. No entanto é proibido casar nos dias de Eid, que ocorrem depois do Ramadão, e do de Pilgrimage; também não pode acontecer um casamento no dia de Ashura que calha no nono ou décimo dia do primeiro mês do Islão.

Logo que se decida o dia do casamento, fala-se com o Íman da mosquita, devendo de seguida o noivo preparar o presente para a noiva, pois este é uma parte muito importante da cerimónia do casamento.

Celebrar

Qualquer homem que perceba as tradições do Islão poderá celebrar a cerimónia de casamento muçulmana, embora a mosquita tenha um oficial de serviço que usualmente o faz.

Convidados

Num casamento muçulmano podem comparecer convidados de todas as religiões. Embora os convidados devam ter em conta que não devem usar trajes decotados, ou reveladores do corpo.

A cerimónia – Manjha

A cerimónia do casamento implica que a noiva seja previamente envolvida numa massagem feita com uma pasta à base de açafrão. Isto acontece na casa da noiva, um a dois dias antes do casamento. A pasta é feita à base de açafrão, sândalo e óleo de jasmim, providenciado pela família do noivo. A noiva também é “tatuada” com henna.

Só as mulheres solteiras podem aplicar henna à noiva. As tatuagens henna são aplicadas nas suas mãos e pés. Depois desta cerimónia a noiva não sai de casa até ao dia do casamento. No dia do seu casamento, é-lhe oferecido o traje de casamento pela família do noivo. Ao noivo também é colocado um símbolo sob a forma de um sinal.

A procissão do noivo

No dia do casamento, é comum fazer-se uma procissão de amigos e familiares que acompanham o noivo de sua casa até ao local do casamento, embora o noivo possa ir de carro.

A chegada do noivo e dos convidados

A chegada do noivo ao local da cerimónia, é acompanhada por tambores e pelo som de mais alguns instrumentos musicais tradicionais. Na sua chegada, o noivo e o irmão da noiva trocam um copo de sherbet (uma bebida adocicada) e de dinheiro. As irmãs da noiva dão as boas-vindas aos convidados tocando-lhes com uma espécie de bastão decorado com flores.

A cerimónia do casamento – Nikah

Se não existir nenhuma área coberta especial, é erguida uma tenda para celebrar o casamento. Em algumas cerimónias muçulmanas, especialmente naquelas mais tradicionais, os homens e as mulheres sentam-se em locais distintos da cerimónia.

Antes de ser lida uma peça seleccionada do Corão, na presença de duas testemunhas muçulmanas, o sacerdote pergunta à noiva se esta está satisfeita com o acordo e se ela concorda em casar com o noivo. Ao noivo é feita a mesma questão.

As duas partes ouvem um sermão relativo ao casamento, feito por um oficial muçulmano. Não existem especificações especiais, a cerimónia do casamento depende muito de quem a celebra. Alguns sacerdotes recitam o primeiro capítulo do Corão, e fazem a bênção.

O casamento é registado. É assinado primeiro pelo noivo e por duas testemunhas. A noiva assina de seguida. Os documentos do casamento são preenchidos na mesquita. O noivo é levado para o lado das mulheres. Ele oferece dinheiro e presentes às irmãs da noiva. O noivo recebe a bênção das mulheres mais velhas da família e cumprimenta-as.

Pode-se atirar confetis à noiva, só que é mais tradicional atirar moedas, pois este gesto é mais antigo.

Segue-se um jantar, que é servido separadamente a mulheres e a homens. A família do noivo festeja à parte.

Depois da primeira refeição, o noivo e a noiva sentam-se juntos e um grande lenço é usado para cobrir as suas cabeças enquanto o sacerdote e os noivos fazem algumas orações. O Corão é mantido entre eles e é-lhes permitido ver-se um ao outro através do reflexo de espelhos. Diversos doces e frutos secos, são servidos aos convidados.

Primeira noite

O noivo passa a noite na casa da noiva, num quarto separado desta, junto com um irmão mais velho da noiva. Na manhã seguinte é-lhe dado roupas, dinheiro e presentes pelos pais da noiva. Na tarde seguinte, os seus familiares acompanham os noivos à sua casa.

A cerimónia Rukhsat

Na casa dos noivos, a saída do pai da noiva é feita com o pai da noiva a entregar a mão da sua filha ao noivo e pedindo-lhe para a proteger para sempre. Dão-se as despedidas finais.

Outra tradição que pode acontecer, é quando a noiva entra na sua nova casa, a sua sogra segura o Corão sobre a noiva e sobre o noivo. Quatro dias depois do casamento a noiva é levada para a casa dos seus pais. A recepção do casamento acontece quando o noivo leva a noiva e a sua família de volta para uma recepção dada pela sua família. É aqui que as duas famílias se tornam numa só.

Presentes

Os presentes são trocados entre a família do noivo e da noiva antes e depois do casamento.

Trajes

Num casamento muçulmano o vermelho cereja é a cor de eleição para o vestido da noiva. A noiva é adornada com flores e jóias. Cobrir a cabeça com um véu é sinal de respeito. O comprimento do véu pode variar, não cobre só a cabeça mas também os ombros, indo quase até à linha da cintura.

O preparar da noiva pode durar dias, sendo a noiva “embrulhada ”pelo vestido. O vestido usado com o véu é colocado numa ponta na cintura da noiva, e enrolado à volta do corpo caindo a ponta final sobre o ombro. Este vestido é usualmente feito de seda e adornado com um belo padrão. O centro do véu é usado para cobrir a cabeça e as suas pontas são colocadas por debaixo dos braços e metidas no restante vestido.

O noivo pode usar um fato de seda brocada e um turbante como fato de casamento.

A noiva Árabe usa um tradicional vestido branco e véu tal como num casamento cristão, embora os seus pés e mão sejam cobertos com henna. O noivo usa uma roupa simples tradicional ou um fato ocidental, ou mesmo uma combinação dos dois.

O Islão é muito mais que uma religião: suplementa os princípios de uma vida social ou política. O casamento muçulmano pode acontecer de diversas maneiras, dependendo da cultura e da região onde este é celebrado. As mulheres muçulmanas não podem casar fora da sua religião, embora os homens muçulmanos o possam fazer.

Curiosidades sobre o Islamismo

Publicado 22/04/2009 por lilianmartins2009

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Curiosidades Islâmicas

No início, Maomé tinha dúvidas de quem eram as relações que lhe chegavam e tentou o suicídio várias vezes;

Iatrib, cidade fundada por judeus, por não aceitar que Alá (que inicialmente era o principal ídolo dentre vários da Caaba, posteriormente Maomé eliminou os ídolos deixando o mesmo sem imagem para ser adorado), teve todos os seus habitantes mortos (judeus e cristãos e árabes) e suas mulheres e filhos foram tomados por esposas e escravos, no que Maomé mudou seu nome para Medina, que significa cidade do profeta

A decapitação é a pena oficial decretada por Maomé, e ainda aplicada a qualquer muçulmano que se converta a outra religião;

Todos os não-muçulmanos são considerados pagãos pelos muçulmanos. O que não se consegue entender é por que pagãos que são chamados para pacificar duas nações muçulmanas em guerra uma com a outra, sendo estas de uma religião de paz;

Até hoje permanece em vigor a lei que nenhum judeu pode pôr os pés na Arábia Saudita;

Quando a Arábia Saudita pediu proteção aos americanos contra ataques dos exércitos de Saddam Hussein, que havia invadido o Kuwait e pretendia conquistar o restante do Golfo, os sauditas estipularam que nenhum judeu podia entrar na Arábia. Os americanos responderam que havia judeus em suas tropas e que iriam entrar, quer gostassem ou não. Depois, os americanos perceberam que, se tropas iraquianas capturassem um soldado americano judeu, o mesmo seria literalmente esfolado vivo, logo, foi inventada uma nova categoria: “Protestante B”. Desde então, usa-se essa designação para identificar militares judeus enviados para áreas islâmicas;

Uma autoridade islâmica decretou: “Embora os americanos não sejam muçulmanos, eles merecem nosso apoio pois estão aqui para defender o Islã”;

O Ramadã já era praticado pelas tribos árabes idólatras, começa com o surgimento da lua nova no nono mês calendário lunar. Os pagãos tinham um acordo de não lutarem nesse período, porém, quando Maomé começou seu império, atacava caravanas em tal mês, sendo seu primeiro assalto em 16 de março de 624, onde liderou 300 (trezentos) mercenários contra um comboio carregado de riquezas escoltado por 800 (oitocentos) homens. A surpresa trouxe o êxito, sua fama cresceu assustadoramente, sendo o “terror do deserto” temido pelas autoridades de Meca;

Várias Suratas do Corão tem títulos estranhos que nem mesmo os estudiosos do livro sabem o que significam: Taha, Ya Sin, Sad, Caf, Nun. Outras têm nomes inexpressivos, como As “Formigas”, onde uma batalha entre o exército de Salomão, composto por gênios (seres espirituais), homens e pássaros, e um exército de formigas.

Grande parte do Corão parece histórias infantis árabes. “O Elefante” fala sobre uma batalha entre elefantes e abutres. “A Vaca” conta a história de judeus que foram transformados em macacos, por isso os muçulmanos frequentemente chamam os israelenses de “macacos”.

Maomé, sobre a inspiração de Alá, disse que ao acordar, a pessoa deveria lavar o nariz e expelir a água com força três vezes, para se livrar do diabo que passa a noite nas narinas das pessoas;

Maomé disse “o bocejo é de Satanás”; e quanto aos muçulmanos que adormecem durante as orações, disse que “Satanás urina nas suas orelhas”;

Alá não aceita oração de pessoas com mau hálito por terem comido cebola crua ou alho: “Quem tiver comido alho ou cebola… não deve se aproximar de nossa mesquita”;

Certo dia, ao passar por dois túmulos, o profeta fundador do islamismo parou , pagou uma folha verde de tamareira, partiu-a no meio e pôs uma metade em cada túmulo. “Ó apóstolo de Alá! Por que fizeste isso? – as pessoas perguntaram. Maomé respondeu: “Espero que o castigo delas no inferno possa ser amenizado até que as folhas sequem”;

As mulheres coitadas, segundo o mesmo, contemplou o inferno e percebeu que a maioria de seus habitantes eram mulheres.

Os muçulmanos podem ir a seu país, pregar a sua fé, mas nem pense em falar de Jesus Cristo em um estado islâmico.

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