Egito

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Calendário Egípcio

Publicado 21/05/2009 por marianaarantes

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O sábio Imhotep inventou o calendário egípcio, no ano 2769 antes de Cristo, que era parecido com o que usamos hoje. O ano egípcio iniciava quando a estrela Sírius surgia no horizonte de Mênfis, a cidade dos primeiros faraós, e que no nosso calendário corresponde ao dia 16 de julho.
A partir do calendário de Imhotep, os astrólogos egípcios criaram um Zodíaco divido em 12 signos, correspondentes aos doze meses do ano.
Cada signo é representado por um deus; cada divindade regendo durante um tempo e vibrando suas características próprias sobre as pessoas nascidas sob um determinado signo.

VEJA SEU SIGNO

DATA SIGNO
16 de Julho à 15 de Agosto Rã – O Deus do Sol

16 de Agosto à 15 de Setembro Neit – A Deusa da Caça

16 de Setembro à 15 de Outubro Maat – A Deusa da Verdade

16 de Outubro à 15 de Novembro Osíris – A Deusa da Renovação

16 de Novembro à 15 de Dezembro Hathor – Deusa do Amor e da Advinhação

16 de Dezembro à 15 de Janeiro Anúbis – O Guardião dos Mortos

16 de Janeiro à 15 de Fevereiro Bastet – A Deusa Gata

16 de Fevereiro à 15 de Março Tuéris – A Deusa da Fertilidade

16 de Março à 15 de Abril Sekemet – A Deusa Leoa

16 de Abril à 15 de Maio Ptah – O Criador Universal

16 de Maio à 15 de Junho Toth – O Invetor da Escrita

16 de Junho à 15 de Julho Ísis – A Mãe Cósmica

Mariana Arantes

Símbolos e Significados

Publicado 09/05/2009 por mallowabbott

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Ankh
Ankh ou “Cruz com laço”, “Cruz egípcia”
Antigo símbolo egípcio que representa a vida, o conhecimento cósmico e o intercurso sexual. Também é conhecido por bruxos como a “Cruz Ansata”, utilizado em rituais de encantamento, fertilidade e divinação.
Todo faraó ao morrer levava a cruz junto às narinas para adquirir imortalidade.
Ele era encontrado sempre nos hieróglifos, sendo segurado pelas divindades egípcias como se fosse uma chave, o que nos remete ao seu significado como “a chave dos portões que separam a vida e a morte”, já que estes desenhos eram muito comuns em pirâmides mortuárias dos faraós. O Ankh simboliza a vida, o conhecimento cósmico, o intercurso sexual e o renascimento.


Circulo
O movimento cíclico do Universo e das energias. Representa toda forma de força cíclica, seja corpórea ou universal ininterrupta.

 

Olho de Hórus
É um outro antigo símbolo egípcio. Representa o olho divino do deus Hórus, as energias solar e lunar, e freqüentemente é usado para simbolizar a proteção espiritual e também o poder clarividente do Terceiro Olho.

Selo de Salomão
É
um antigo e poderoso símbolo mágico. Este símbolo consiste em um hexagrama de dois triângulos entrelaçados (um voltado para cima e outro para baixo). O selo de Salomão simboliza a alma humana, sendo utilizado por bruxos e magos cerimoniais para encantamentos, conjuração de espíritos, sabedoria, purificação e reforço dos poderes psíquicos.


Hexagrama
De dois triângulos entrelaçados simboliza a alma humana, sendo utilizado por magos cerimoniais para encantamentos, conjurações de espíritos, sabedoria, purificação e reforço dos poderes psíquicos.

Simboliza os processos de involução e evolução. Com efeito; o triângulo que aponta para baixo, apresenta a involução da energia divina que desce às formas mais boçais, ao passo que o triângulo voltado para cima indica a ascensão dos seres quer entendem a se divinizar cada vez mais.

É símbolo usado como amuleto para dar sorte; representa o casamento perfeito entre masculino e feminino, compreensão entre sexos.

 

OM
Símbolo universal da Yoga, e quando pronunciado se torna o mais poderoso dos mantras. O “Om” é considerado a origem e o fim de todos os verbos. Nele o universo se cria, se conserva e se dissolve. É o som-semente que desenvolve o centro de força da “Terceira Visão”, responsável pela intuição, meditação e pelos fenômenos da telepatia e clarividência. O “Om” é considerado o som mais próximo da palavra divina, e a origem de todas as demais.
OM é a vibração divina para a criação do Universo, quando vibrado como Aum representa a família trina indiana: Brahma, Vishnu e Shiva. É considerado o mais importante símbolo da atualidade.

Suástica
É um antigo símbolo religioso formado pela cruz grega com braços em ângulos retos. Antes de ter sido adotada pelo nazismo, a suástica era um símbolo sagrado de boa sorte e de saúde na Europa pré-cristã e em muitas outras culturas pagãs em todo mundo, incluindo as orientais, egípcias e tribais das Américas. A palavra suástica origina-se do sânscrito (svastika) que significa “um sinal de boa sorte”. Existem milhares de símbolos da suástica pelo mundo e o mais antigo de todos data do ano 12.000 a.C.

O Sol
Considerado pelo povo egípcio como o primeiro Deus, talvez tenha sido a primeira manifestação monoteísta do mundo, o deus Rá.

O Tao ou Yin Yang
A representatividade chinesa do macro e microcosmos e das duas energias que regem das duas energias que regem o mundo, yin e yang; o feminino e o masculino; o bem e o mal; a ordem e o caos; – energias opostas que se complementam. A força intrínseca do Universo convertendo-se ora em uma, ora em outra.

Triângulo
Símbolo com várias interpretações, aliás conciliáveis: luz, trevas e tempo; passado, presente e futuro; sabedoria, força e beleza; nascimento, vida e morte; liberdade, igualdade e fraternidade.
É um símbolo de manifestação finita na magia ocidental, sendo usado em rituais para invocar os espíritos quando o selo ou sinal da entidade a ser invocada está no centro do triângulo. O triângulo é equivalente ao número três – número mágico poderoso – e é um símbolo sagrado da Deusa Tripa: Virgem, Mãe e Anciã. Invertido simboliza o princípio masculino.

Tem cabalisticamente duas formas de interpretação, define o temário, numero três: causa, ação e reação. É também a força do etéreo quando o vértice está para cima.

Lua Crescente
É um símbolo sagrado da Deusa e também um símbolo da magia, da energia feminina, da fertilidade, do crescimento abundante e dos poderes secretos da Natureza. é utilizado nas invocações à Deusa e a todas as deidades lunares (tanto masculinas quanto femininas), na magia da lua, nas celebrações dos Sabbats e nos rituais de cura das mulheres.

Tridente
É um símbolo sagrado de três falos, ostentado por qualquer deidade masculina cuja função é unir-se sexualmente à Deusa Tripla. é utilizado principalmente em Grandes Rituais, Magia Sexual e rituais de fertilidade.

Pentalfa
É um desenho mágico formado pela interseção de cinco letras A. é usado por vários bruxos e Magos Cerimoniais tanto na divinação como na conjuração de espíritos.
Círculo Imagem altamente potente que não possui princípio e nem fim, é usado por muitos bruxos e neopagãos como símbolo sagrado de “ioni”, da energia mágica, da proteção, do infinito, da perfeição e da renovação constante.
Cruz Celta
Associada à coragem e ao heroísmo, a cruz celta ajuda a superar obstáculos e a conquistar vitórias graças aos próprios esforços. Atrai reconhecimento, fama e riqueza, mas essas bênçãos só são garantidas para quem trabalha com afinco e dedicação. Por isso, a cruz celta também concede força de vontade e disposição. A divindade relacionada a esse talismã é Lug, o Senhor da Criação na mitologia celta.

 

Atame Bolga (Símbolo celta)
O atame bolga era o instrumento que os celtas utilizavam para arar o solo. Por facilitar a obtenção de alimentos, era considerado sagrado. usado como talismã, atrai fecundidade, criatividade e poder de realização. Ajuda, também, a conquistar uma saúde perfeita e estabilidade financeira. A divindade relacionada a esse talismã é a própria Terra, que os celtas reverenciavam como sendo uma espécie de mãe divina, sempre disposta a prover seus filhos de tudo aquilo que eles precisam.
Triskle Celta (Símbolo celta)
Associado aos quatro elementos básicos da natureza – a terra, o fogo, o ar e a água – , o triskle celta é o símbolo que sintetiza toda a sabedoria desse povo. Ele representa as três faces da mulher, considerada a expressão máxima da natureza: a anciã, a mãe e a virgem. usado como talismã, esse objeto atrai as três principais qualidades femininas – ou seja, a intuição, a ternura e a beleza – e ajuda a obter proteção contra todos os males. A divindade relacionada a esse talismã é a própria natureza, cultuada pelos celtas.

Pentagrama
É um dos símbolos pagãos mais poderosos e mais populares entre os Bruxos e Magos Cerimoniais. O pentagrama (uma estrela de cinco pontas circunscrita num círculo) representa os quatro antigos e místicos elementos: fogo, água, ar e terra, superados pelo espírito. Na Wicca o símbolo do pentagrama é geralmente desenhado com a ponta para cima a fim de simbolizar as aspirações espirituais humanas. Um pentagrama voltado com duas pontas para cima é um símbolo do Deus Cornífero.

Marlon Serra

[ Os Faraós ]

Publicado 04/05/2009 por • Katy Terumi •

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Os faraós eram os reis do Egito Antigo. Possuíam poderes absolutos na sociedade, decidindo sobre a vida política, religiosa, econômica e militar. Como a transmissão de poder no Egito era hereditária, o faraó não era escolhido através de voto, mas sim por ter sido filho de outro faraó. Desta forma, muitas dinastias perduraram centenas de anos no poder.

O poder dos faraós

Na civilização egípcia, os faraós eram considerados deuses vivos. Os egípcios acreditavam que estes governantes eram filhos diretos do deus Osíris, portanto agiam como intermediários entre os deuses e a população egípcia.

Os impostos arrecadados no Egito concentravam-se nas mãos do faraó, sendo que era ele quem decidia a forma que os tributos seriam utilizados. Grande parte deste valor arrecadado ficava com a própria família do faraó, sendo usado para a construção de palácios, monumentos, compra de jóias, etc. Outra parte era utilizada para pagar funcionários (escribas, militares, sacerdotes, administradores, etc) e fazer a manutenção do reino.

Ainda em vida o faraó começava a construir sua pirâmide, pois está deveria ser o túmulo para o seu corpo. Como os egípcios acreditavam na vida após a morte, a pirâmide servia para guardar, em segurança, o corpo mumificado do faraó e seus tesouros. No sarcófago era colocado também o livro dos mortos, contando todas as coisas boas que o faraó fez em vida. Esta espécie de biografia era importante, pois os egípcios acreditavam que Osíris (deus dos mortos) iria utiliza-la para julgar os mortos.

A maldição do faraó

No começo do século XX, os arqueólogos descobriram várias pirâmides no Egito Antigo. Nelas, encontraram diversos textos, entre eles, um que dizia que: “morreria aquele que perturbasse o sono eterno do faráo”. Alguns dias após a entrada nas pirâmides, alguns arqueólogos morreram de forma estranha e sem explicações. O medo espalhou-se entre muitas pessoas, pois os jornais divulgavam que a “maldição dos faraós” estava fazendo vítimas. Porém, após alguns estudos, verificou-se que os arqueólogos morreram, pois inalaram, dentro das pirâmides, fungos mortais que atacavam os órgãos do corpo. A ciência conseguiu explicar e desmistificar a questão.

* Esfinge *

Publicado 04/05/2009 por • Katy Terumi •

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Esfinge de Gizé no Egito: a mais conhecida no mundo

Esfinge é uma imagem mitológica, criada no Egito Antigo, com corpo de leão e cabeça de ser humano (geralmente de um faraó). Historiadores afirmam que esta figura pode ter sido importada da cultura grega. A palavra esfinge deriva do grego sphingo que significa estrangular.

Significado

Para os egípcios antigos a imagem de uma esfinge significava poder e sabedoria. Serviam, no imaginário egípcio, como protetoras das pirâmides e templos.

Esfinge de Gizé

A mais conhecida de toda história é a Esfinge de Gizé, situada no planalto de Gizé (norte do Egito). Esta esfinge, construída no terceiro milênio a.C, foi construída em pedra calcária e tem as seguintes medidas: 20 metros de altura, 6 metros de largura e 57 metros de comprimento. A cabeça da esfinge representa o faraó Quéfren ou de seu irmão Djedefré.

[ MISTÉRIOS EGÍPCIOS - PRÁTICAS E CRENÇAS ]

Publicado 04/05/2009 por • Katy Terumi •

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CULTO DE OSÍRIS E ÍSIS

Os deuses agrários e da fertilidade (Osíris e Ísis) foram muito populares em todo o Antigo Egito. O mito dizia que Osíris e sua irmã-esposa, Ísis, povoaram o Egito e ensinaram a agricultura aos camponeses. O deus Seth apaixonou-se por Ísis e assassinou Osíris. Este ressuscitou e foi ao Além, transformando-se no deus dos mortos. As lágrimas de Ísis, que chorava a morte do esposo, eram as responsáveis pelas cheias periódicas ( que garantiam a farta agricultura egípcia ).

PRÁTICAS DIVERSAS

O Egito deu abrigo a inúmeras práticas místicas. A religião e a magia estavam intimamente ligadas propiciando várias manifestações paranormais dentro do contexto religioso. Os cultos aos mortos, à vida após a morte e à ressurreição dos justos eram bastante difundidos.

As práticas místicas incluíam:

a) Oniromancia: Análise dos sonhos com a finalidade de prever o futuro.

b) Onirocrítica ou Onirocrisia: Métodos de interpretação dos sonhos.

c) Casta Sacerdotal: A classe dos sacerdotes era poderosíssima e controlava a vida de toda a nação. Aos sacerdotes cabiam as seguintes funções:

*PRESSÁGIOS

*ONIROMANCIA E ONIROCRÍTICA

*DIAGNÓSTICOS DE DOENÇAS

*TERAPIAS

d) “Casa da Vida”: Escola onde os sacerdotes aprendiam a “ciência secreta da magia”.

e) Oráculos: Lugares onde se faziam consultas a respeito dos problemas presentes ou futuros. O mais famoso era o Amon-Rá.

f) Feitiçaria e magia-negra: Apesar de proibidas por lei, eram largamente difundidas no âmbito popular.

g) Calendário com as partes “boas” e “más”: Os dias eram divididos em três partes, indicando os horários fastos e nefastos.

h) Estátuas falantes: As famosas estátuas que “falavam” com o consulente (ex.: esfinge). É discutível a realidade desse fenômeno. Não se sabe se se tratava de fenômeno paranormal legítimo ou se tudo não passava de artifícios ilusionistas utilizados pelos sacerdotes.

i) Astrologia: Método de adivinhação baseado na posição dos planetas conhecidos na época.

LIVRO DOS MORTOS

O Livro dos Mortos era uma espécie de “passaporte” para ser utilizado após a morte. Nele estavam gravados em papiros uma série de orações , cultos, fórmulas de esconjuro e evocações.

Muitos desses textos eram reproduções de dois outros mais antigos:

TEXTOS DAS PIRÂMIDES: Os textos das Pirâmides abordavam dois caminhos para a orientação do faraó em sua viagem pós morte: o encontro com o Deus-Sol ou a ressurreição pelo exemplo de Osíris. Havia muitos mitos, hinos e rituais para ambos os caminhos.

TEXTOS DOS SARCÓFAGOS: Os textos dos Sarcófagos falavam de coisas mais práticas como provisão adequada de bebida e comida; escalas e balanças para o julgamento dos mortos; palavras mágicas para o morto se livrar dos perigos no caminho.

A seleção e a apresentação dos textos que formariam o “Livro dos Mortos” variava de acordo com as condições financeiras da família do morto (após a democratização da morte). As versões mais baratas continham somente os textos considerados essenciais. As mais onerosas continham ilustrações trabalhosas e mais fórmulas de esconjuro. O trabalho mais perfeito parece ter sido o de um escriba real que ocupou vários cargos importantes em Tebas, em 1.320 a.C., batizado de “Papiro de Ani”. Esse papiro mede 23 cm. por 38 cm. e é a mais fina cópia que se conhece. Está exposta no Museu Britânico.

BÂ E KÂ

A base da espiritualidade egípcia era relacionada às crenças Bâ e Kâ. Bâ significa “alma”. Depois da morte, a “alma” separava-se do corpo e ia juntar-se no Além ao seu deus particular. Kâ era o “duplo”, algo não material, fluídico e semi-espiritual. Permanecia e vivia no túmulo com os restos mortais. Deveria ser respeitado e adorado. Se fosse irritado poderia causar a perda completa da personalidade dos defuntos.

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